quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Não vou dizer que não escrevi porque não tinha tempo...Sempre há um tempinho, mas faltava era o que escrever...Tava tudo muito bom pra ser verdade.

E aí tá na hora de mudar né, quando tá tudo muito bem e tudo muito bom é sinal que sua vida precisa de novos desafios, aventuras...comigo pelo menos é assim. É claro que algumas destas mudanças serão penosas no começo, encontrar algumas pedras no caminho é natural. Vejo esse novo momento acontecendo na minha vida neste instante. E lendo o blog do Zozé (http://metheoro.blogspot.com/) encontrei um texto justamente sobre o que tenho pensado nesses dias...Pensar no futuro ou aproveitar o agora? Buscar estabilidade ou satisfação?

Quer saber? Eu vim tentar escrever sobre isso, mas tô tão confusa que não sei mais nem o que estou falando, deixa pra outro dia...

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Pessoas - II

Flaviano

Quem me ensinou que horas ir a rodoviária, que ônibus era o mais barato, que me conheceu no meio de uma ressaca daquelas, com um óculos escuro e uma flor pendurada na orelha. Tava comigo em importantes aproximações (6). Hoje é alguém tão próximo a mim, em tão pouco tempo, que é até dificil de entender e acreditar. Me mostra coisas que eu não percebo, me conta segredos e ouve os meus. Me dá conselhos e não é louco de seguir os meus...rs. Porque tem piadas que só a gente entende, tem coisas que só a gente ri, tem amizade que só tendo uma como a nossa pra sacar!

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Vamos lá, falar de gente!

Então...eu não desisti do blog não! Anda tudo tão corrido, parece que a inspiração não gosta de aparecer no meio de tanta bagunça, sendo assim vou usar esse tempo (ou a falta dele) pra falar dos meus atuais amigos. Gente que faz parte dessa minha correria de vida e me acompanha, seja nos finais de semana, nas aulas chatas ou aqui pela internet. Bora lá começar?
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Pessoas - I



Cassy.

Um tal msngroups me apresentou a ela. O encontro no lual em Ponta Negra já foi de amigas. Bah, guria bacãna demais. Hoje faz parte do meu dia-a-dia, ouvindo/lendo minhas lamurias e contando suas horas de estudo no TCC. Nos aguentamos em crises existenciais, amorosas e até sexuais. Isso sim é amizade tá? Só amizade mesmo pra proporcionar momentos rápidos, ótimos, intensos e que ficarão na nossa memória por muito tempo, pela vida toda eu diria!





quarta-feira, 13 de agosto de 2008

UTS


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Eu posso ser repetitiva, mas sempre tô falando por aqui que a vida é engraçada. E eu continuo achando sabe? Ela nos leva pra cada lugar... Nos apresenta cada pessoa... Tem coisa mais clichê que dizer que a internet encurta distâncias? E desejar felicidades no dia do aniversário? Não, não tem...mas é exatamente sobre isso que eu quero falar hoje. Não sobre clichês. Mas sobre essa distância que me une a pessoas do mundo todo e como essa distância parece frágil diante das afinidades.

Amigos de internet? Nada disso, amigos de verdade. Hoje representadas por um cara diferente, que de alguma forma me conquistou, que eu posso até assutar com tanto carinho, mas é bom aproveitar a deixa de ser aniversário dele pra falar sobre.

Você olha um nome, uma foto de meio perfil e pronto: nasce uma amizade! Impossivel eu contar hoje quantas pessoas eu conheci dessa forma torta de se fazer amizades. Até hoje nunca conheci nenhum assassino, estuprador ou pedófilo. Só gente fora dos padrões da normalidade exigida pela sociedade, mas todos muitos divertidos. Que me fazem rir a cada email, que me dão bom dia diariamente, que me inspiram a escrever besteiras em vários blogs, fotologs e afins. Me apresentam bandas, cores, imagens e felicidades. Me obrigam a fazer cadastro no site X e votar na opção A. Sem contar nas putarias da madrugada, encontrar a diva que há em mim. Explorar ao máximo meu sarcasmo. Me tormar mais sincera, clara e natural possivel, me fazendo ser amada e odiada nesse mundo das aparências que é tão fácil mentir, aprendi que as vezes é mais divertido falar a verdade.

E olha só eu viajando outra vez. Quando vou aprender a ser sucinta, hein?

Beijo me liga, Gabriela.

domingo, 10 de agosto de 2008

familia ê

Pensa num dia que você for dar uma entrevista, num grande programa de tv numa tarde de domingo, pra falar sobre você, sua vida e familia. Daí você pensa e decora: "Ahh, minha familia é minha base. Sempre nos amamos muito, tive uma infância muito feliz. Blá blá blá. " Pronto, discurso perfeito. É isso que todos querem ouvir. Mas será isso que todos vivem? Será mesmo que a familia sempre apoiou em todos os seus atos? Até nas saídas inconsequentes, os momentos de revolta com o mundo? Eu acho que a verdade nunca aparece totalmente. Quantos tem cara pra chegar numa roda de amigos e dizer que "... Bem, meu pai não foi exatamente um exemplo a seguir" ou " Sempre convivi com constantes brigas do casal". É assim, a gente sempre esconde tudo embaixo dos panos. Porque omitir é sempre mais fácil. Tão bonito ser hipócrita.

Não é uma bronca, muito menos uma lição de moral. Afinal eu sou um exemplo vivo das aparências que a vida nos faz segurar. Da intimidade forjada na frente da sociedade, do orgulho que se finge sentir. Acostumada a esperar o afago que não vem, o conselho, o reconhecimento.

É, são coisas da vida.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

a chuva murmurou meu nome...

Pé d'aguá como poucos que já vi nessa vida de um ano e meio em João Pessoa... A volta pra casa, com ônibus cheio, chuva e pseudo-trânsito, me lembrou São Paulo.

É isso mesmo, pseudo! Trânsito de verdade é aquele de passar uma hora e meia entre a estação Brigadeiro e Consolação do metrô, aquele em que cada metro andado já é grande vitória, cheio de buzinas e gritos abafados nos vidros fechados. É aquele caus que te transporta pra longe, no meio de tanta bagunça você pode criar grandes filosofias ou ter idéias, lembrar de fatos, como eu me lembrei hoje, mesmo no meu pseudo-trânsito.

Na pré-adolescência frequentava o Teatro Popular do Sesi, platéia enorme, palco glamuroso, das instalações de arte até a pipoca vendida na porta, tudo parecia vir de uma outra realidade. Meu sonho era trabalhar na Av. Paulista, me vestir como as meninas que andavam por ela, senti-la melhor, participar dela. Anos depois lá estava eu, subindo rotineiramente as escadas da estação Brigadeiro, parando na Casa do Pão de Queijo, pedindo meu chocolate quente e reclamando do atendimento, decorando cada acorde das 27 músicas que cabiam no meu mp3.

E o sonho foi virando meu dia-a-dia, eu me tornei uma das meninas da Paulista, me vestia como tal, de uma forma que não dá bem pra definir, mas que é peculiar a todas que lá frequentam. Eu també comecei a fazer parte dela. Conhecer cada lojinha, encontrar maravilhas por lá. Capaz de localizar o que você quiser e quando precisar. De padaria chique a boteco barato. Posso te indicar a pizza mais engraçada, o sushi mais barato, a bombonieri que fará você engordar horrores e nem ligar, farmacia dos atendentes mais simpáticos, a padaria 24h que vende jurupinga. E posso te contar uma história de cada cantinho desse e como cada um deles ficará pra sempre marcado em mim.

Impossível contar quantas sexta-feiras, quartas e demais dias de strass, terminaram no Blue Point chamando o Willllllllson. E outros tantos dias de cursinho trocados pelo vão do Masp, pelo Chop do Bobs, por conversas em Acapulco. Impossível também saber quanto nossos cartões deixaram em cada balcão, em isqueiros perdidos quase diariamente, em porções de queijo e fritas. Menos possível ainda é mensurar o valor das amizades feitas nessa eternidade de um ano e pouco, tão intensamente vivida. Companhias para tirar foto no posto de gasolina, paquerar makenzianos ou levar amigos bêbados pela calçada. Afinal, quantos hippies teriamos ajudado com tantos brincos comprados? Quanto depositamos em cada cinzeiro? Quantos funcionários haviam mesmo no almoxerifado da empresa? Quantos engravatados paquerados ? E os conquistados?


Não dá, não rola contabilizar as risadas, as gargalhadas, as piadas, nem os arrotos maleducados. É muita história pra tentar resumir em palavras num texto saudosista. Isso tudo é saudade? É sim...mas agora sem sofrimento, sem peso. É saudade de um tempo que agora conseguiu se aceitar no passado e que lá ficará guardado com muito carinho. Agora são outros tempos! Nem dá pra comparar, eu evolui, tudo evoluiu...Inclusive o mp3, que agora virou mp4 e cabe umas duzentas e poucas músicas! ;)


Valeu a pena...Valeu a pena...Pescador de Ilusões...

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Eu acho que sim, você finge que não...

Nos momentos de crise há mais inspiração, na depressão as palavras brotam com as lágrimas, na desilução tudo é motivo de rima. No amor tudo vira clichê, na alegria todos os momentos são repetitivos, a felicidade já é tão cheia de trilhas musicas e poesias rebuscadas.



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Tá tudo tão bem sabe? Dificil encontrar melodramas que acabem em boas frases de efeito.