quarta-feira, 7 de abril de 2010

Pq né? A gente tenta ser feliz sempre, mas as vezes não dá. Daí você tem que rir com as situações do dia-a-dia, o que pra muitos seria um motivo de chateação a gente leva na brincadeira. Errou? Ri e tenta outra vez! Se enganou? Repara o engano e solta um clichê "Acontece nas melhores familias".

Nada é 100%. Um dia dificilmente será IMENSAMENTE FELIZ, assim, feliz todos os 86400 segundos do dia sabe? É normal, é legal ser assim... Eu tenho dias péssimos, em que penso "Poxa, nada me fará rir hoje" E daí passa um insetinho na parede, uma careta na rua, uma piada sem graça dos amigos e pronto! Abstraio todo o resto e me dedico a ser feliz naquele instante.

Mil coisas sem sentido pra me lembrar: Gabriela, seja feliz quando pode e sempre que puder!



sábado, 27 de março de 2010

Devo admitir que ao ler alguns textos daqui, rola uma vergonha. É exposição demais, é sentimento demais, é drama demais, é texto sem parágrafo DEMAIS ( e esse vai pelo mesmo caminho)!

Mas ok, na boa! É uma fase superada, ao menos publicamente. Os problemas sentimentais e familiares são discutidos com os grandes amigos, em bancos de faculdade ou mesas de bar. Os financeiros são resolvidos no próximo pagamento, sem stress. E os amores não correspondidos já não fazem mais parte da minha lista de URGÊNCIAS, porque "Tanta pressa quase sempre atropela o coração" e eu juro, quero manter o meu bem inteiro pra o que o futuro lhe reserva.

Pode parecer sonho, utopia, ilusão, fantasia e todos os outros sinônimos, mas eu acredito mesmo nessas porcarias de histórias de amor, que futuramente me fará uma frustrada caso não aconteça comigo algum dia. Ou vai me dizer que você nunca pensou em esbarrar em alguém no supermercado, ouvir sininhos tocarem e saber que está diante do amor da sua vida? Bom, caso algum dia aconteça isso com você, tenha cuidado, certamente você é o personagem principal de uma dessas comédias românticas que eu adoro!


#dicas

- A comédia romantica deste sábado foi:
- A música de hoje : E o bem sempre vence - Formidável Familia Musical - linkada por aí no post.

- Dá uma passada em www.carascomoeu.com.br Gabito tá escrevendo umas coisas deliciosas.

- Um beijo Gabi! É sempre bom dialogar comigo mesma para minha futura auto-avaliação.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Na boa? Tem hora que eu não sei como me comportar.

Eu sei o que quero e o que posso conseguir. Mas cade a coragem pra fazer o que é preciso?
Cadê a força pra sair encarar de frente e ir atrás? Como sair da casca de garota super resolvida e encarar que, em determinados momentos, sou a mais tímida das pessoas e não dou conta de tomar uma atitude que mostre realmente o que eu quero?

Me perdoem por tantas perguntas, tantos questionamentos que devem ser feitos apenas a mim mesma e que de alguma forma eu preciso resolver sozinha, mas tenho medo de estar esperando a hora certa e ela nunca aparecer ou ainda...que eu não a reconheça, o que seria muito pior!



terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Cof, cof, tirando o mofo.


De uma forma ou de outra, acho que devo manter isso aqui. Mesmo cheio de mofo, cheio de teias de aranha, cheio de crises de carências e amores não correspondidos. Relendo os textos dá pra perceber a maturidade que vem chegando com o tempo. Nada de mérito meu, é o tempo tempo mano velho que faz isso com a gente.

Pra que renegar todo aquele passado de magoas? Elas existiram e serviram pra cicatrizar todas as feridas. E hoje? Estão lá nos posts antigos, nas fotos arquivadas, nas cartas encaixotadas, junto com todas as lembranças boas - ou não.

Comentava ainda agora com @VitorMendes que é muito dificil se inspirar sem drama, sem desastres, sem carencias e desilusões. E incrivelmente eu estou sem inspiração e isso é BOM!

Pela primeira vez em muito tempo me sinto bem de fato. Tentarei falar mais sobre a felicidade e as amenidades da vida, sem chororôs.

sábado, 15 de agosto de 2009

Tem hora que dá vontade de jogar palavras pra todos os lados. Atirar palavras, derramar palavras. Expulsar algumas. Adotar outras. Quero soltá-las, quero que por si só elas tomem forma, tomem gosto de ser. Me solto com elas, sinto e me arrisco em frases. Antes letras, depois palavras, depois as frases e só depois e mais depois textos. E mais depois pensamentos que se tornaram concretos. Palavras palavras depois e depois. Só palavras sem pontos sem finais sem pausas. E antes palavra desmanchada, desconexa, desintegrada, desapalavra. E agora palavrar e depois palavirá e depois mais depois.


Salvador Dali O Livro

Não é por isso que eu não possa estar feliz, sorrindo e cantando...




Porque problema todo mundo tem, tem mesmo e têm uns bem mais difíceis de resolver, outros até que não tem solução, mas não é por isso que eu vou me descabelar.

Pera lá, não tô dizendo que a gente tem que se conformar com nossos problemas e achar que eles são karmas de vida, que você é obrigado a se sujeitar a qualquer tipo de humilhação ou coisa parecida. Tô falando da forma de levar as coisas, saber que temos que tentar resolver essas broncas, mas sem perder o rumo o resto da vida por causa delas!

Você não tem culpa se eu bati o dedinho no pé da cama quando acordei, não tinha café da manhã pronto, o ônibus tava lotado e me apertaram feito sardinha, muito menos culpa por minha conta estar zerada e eu não fazer a menor idéia de como vou pagar as dividas do mês. Isso tudo é problema meu, talvez por eu ter acordado tonta e não ver a cama na minha frente ou ter gastado em coisas inúteis ao invés de poupar a grana. Mesmo com todas essas verdadeiras tragédias gregas na minha vida, eu vou sorrir pra você e dar bom dia, me desculpar se por acaso minha bolsa gigante bater na tua cabeça naquele mesmo ônibus cheio e cantarolar minhas musiquinhas pelo meio da rua.

É preciso muito bom humor pra encarar os problemas e não deixar que eles tomem conta da minha vida. Ainda bem que isso não me falta! É claro que ainda existem as crises existenciais e principalmente as crises de carência, mas isso é uma outra história.

Essa moça ta diferente...

Ela não era assim mesmo! Onde ficou aquela que era toda segura de si, sempre desarrumada e desajeitada, mas sempre em conversas com tom de “clima no ar”. Agora vive assim, sem um amor, uma paixão de verdade sabe? Sem os climinhas de paquera, tão naturais pra ela. Hoje anda meio acuada, com medo de parecer isso ou aquilo, toda cuidadosa nas palavras, medindo os sorrisos pra que não aparentem ser falsos nem naturais demais, talvez eles não gostem das espontâneas, talvez não gostem das naturais.

Tadinha, vive numa crise de identidade, manter-se como sempre, mesmo que agora não funcione mais ou se adaptar e mudar também? Quem sabe começando pelo seu vocabulário, gosto musical, roupas e cabelo. Afinal, nessa nova realidade os seus cachos sem forma definida não fazem nenhum sucesso, suas tiradas sarcásticas não parecem tão inteligentes e suas cantadas baratas (e ensaiadas) não fazem mais os homens se derreterem por ela.

Tenta por vezes incorporar essa nova criatura, que acredita ser a ideal pra voltar ao seu auge da popularidade, convites para cinema, passeios inocentes no shopping, o andar de mãos dadas (o que lhe faz tanta falta!). Será que vale a pena mesmo? Revolucionar pela aceitação, enquanto tantos brigam para ser aceitos assim, da forma que são...

Eu espero que ela agüente firme, até que percebam que seu brilho vem justamente dessa diferença, que se o barato fosse ser igual não seriamos tão divertidos, nada mais nos encantaria, nem surpreenderia. Nenhuma música nova nos fascinaria, nem uma nova descoberta nos deixaria tontos de alegria , ninguém mais seria capaz de nos causar uma paixão de fechar os olhos e suspirar fundo. Ufa!


Gabriela Lima 11/03/2009 – 15:45